quarta-feira, 28 de maio de 2014
Namarie
Como ouro caem as folhas ao vento,
Longos anos inumeráveis como as asas das árvores
Os longos anos se passaram como goles rápidos
Do doce hidromel em salões altos
Além do Oeste
Sob as abóbadas azuis de Varda
Onde as estrelas tremem
Na canção de sua voz
De santa e rainha.
Quem agora há de encher-me a taça outra vez?
Pois agora a Inflamadora Varda, a Rainha das Estrelas,
Do Monte sempre branco ergueu suas mãos como nuvens,
E todos os caminhos mergulharam fundo nas trevas;
E de uma terra cinzenta a escuridão se deita
Sobre as ondas espumantes entre nós,
E a névoa cobra as jóias de Calacirya para sempre.
Agora perdida, perdida para aqueles do leste está Valimar!
Adeus! Talvez hajas de encontrar Valimar!
Talvez tu mesmo hajas de encontrá-la! Adeus!
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também tenho saudades... você tem whats? estou tentando me comunicar com você, mas não sei por onde
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