domingo, 25 de novembro de 2012
Sunday Smile.
Você passa a semana esperando pelo domingo
Aquele dia em que você acorda com o sol no seu rosto dizendo bom dia
Aquele dia que você passaria eternamente ao lado de quem ama
Você acorda, você sorri, você agradece por aquilo estar acontecendo
E em menos de um segundo, esse sorriso acaba
Você apenas ve sombras e nada mais que sombras
Você viu meu sorriso crescer
você usou ele por um momento
E onde você o colocou
Sua culpa e eterna culpa de te-lo afundado em desprezo
Meu sorriso era seu, apenas seu
Hoje não é nada além de sua diversão...
Um sorriso de domingo você usou por um momento
Um sorriso de domingo nós brincamos e cantamos...
Um sorriso de domingo nunca mais vai existir.
domingo, 18 de novembro de 2012
Rock in Drio
Peço desculpas pela qualidade das fotos (problemas no equipamento) e também por não conter todas as bandas que participaram... Parabéns pelo evento galera.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Encore une fois
(Encore une fois)... Mais uma vez...
Penso em porque deixei ir embora
Porque deixei ir embora o meu resto de felicidade
Todas as noites sonhando em puro desespero
Vivo com o desprezo ao meu lado
Rindo como se tudo fosse uma piada
Uma grande piada que um dia eu cheguei a rir
Fui seguida pela falta e agora sinto que ela deveria estar aqui
Mas agora eu nunca a deixaria partir.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Meu sangue, minha alma...
Minha carne e alma é tomada por demônios
Como Alastor daria minha pele pela guerra
Como Abigor tomaria conta de tudo
Como Belzebu daria fim nas moscas e na pestilência
Como Lilith seria o veneno da pura serpente
Como Aaba seria a beleza do puro inferno
Como Lucifer seria o dono do próprio inferno
E como humana seria apenas a sombra do puro terror
Do terror que tomará conta de todo o resto
Com o único objetivo de mandar todos para o meu reino
Eu serei o fim sem volta
O rei vive de trevas
Mephisto renasceu após as trevas darem uma nova chance
Seu império estava coberto de sangue e de lagrimas
Perdidas no espaço solitárias
Como um espinho cravado em uma rosa vermelha
Sangue era a única coisa que restara
O mestre sofrera o instinto da carne
Lembrando agora o mortal da própria morte
Foi então nomeada a solidão
Como um jeito de consolidar a perda
O coração não mais existia
E assim alimentava o desprezo
Que parecia um soldado vivo esperando a batalha
A morte tomou conta
E apenas restou o nada
Banhado de sangue vivendo por medo
Então a única alma foi vitima
O grande rei perdeu
E que agora via tudo entre trevas
Sua última sobra de companhia
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