terça-feira, 25 de agosto de 2015
War!
Como uma nova droga sendo testada
Consumindo o meu corpo como ninfetamina
Fazendo minhas pernas tremerem
Meu coração acelerar
Inquietando a minha alma (tirando o meu sono)
Como uma âncora me levando para baixo
Sem saída
Entorpecida
Canto canções que você não compreende
E Eu não tenho outra maneira
Como uma alma inquieta
Arranhando as unhas no azulejo
Respirando a fumaça do seu cigarro
(Eu não sei o que está havendo comigo)
Estou numa guerra (onde não sei se posso lutar)
Querendo ficar longe dos problemas mas ao mesmo tempo criar eles
Estou sendo uma maldita bolha querendo explodir
Mas ainda assim, adoro a forma como tudo isso acontece
Quanto mais eu penso nisso
Mais eu quero lutar
Preparada para a guerra como uma bomba (não irei desistir)
Mas sinceramente
A verdade nos alcança eventualmente, então
Não queira me ver explodir!
(Afinal...existem arrepios que não são de medo nem de frio)
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
As canções sabem o que acontece no escuro.
Estou tratando de detalhes com o diabo
Preciso de uma única faísca para inflamar
Minhas canções sabem do que acontece no escuro ( e eu gosto dele)
Sou a raiva de uma jovem amante de música
Onde no escuro, penso em acabar com tudo
Todos os escritores continuam a escrever o que escrevem...
As cicatrizes continuam onde estão...
E no escuro, minhas canções sabem o que acontece
Tudo queima, tudo colide
E cresce a constelação de lágrimas nos cílios
O que pro mundo é antídoto é veneno pra mim
Nossos rebanhos são apenas abutres
Estamos presos sendo filhos das armas
Sendo problemas que não podem ser resolvidos
E ainda temos medo da batalha nos devorar
No verdadeiro macabro em que nós acreditamos
Dizem que somos o que somos
Mas não temos que ser
Estamos ficando cada vez mais velhos, mas poderíamos ser imortais
Somos testados todos os dias...
E as vezes a única recompensa é quando temos fé
E foi o homem que disse algo sobre fé.
Comparamos o passado com o futuro e só surgem mais suturas
Afinal
Só sei o que minhas canções dizem no escuro
Então...
Abaixem a cortina preta!
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