segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
O fim.
Trancada em um quarto escuro, vejo o vagar do meu próprio isolamento
Ele me arrepia
É como inocência quebrada em um mundo de malicias
É terrivel como um coração é capaz de aguentar tanto sangue rodando como porcelana em veias tão retraídas...
Força era a única coisa que apenas passava pela mente, pois o meu corpo, o meu corpo estava tão quebrado quanto nevar em um dia escuro e extremamente trágico.
Achar a luz nesse burraco tão profundo era como procurar uma agulha enfiada no meio do mundo, no meio do mundo destruído por pesadelos consolidados pela alma.
Agora foi fundido em meu coração a porcelana quebrada, em motivo de ainda rir da presença de sangue...
A luz que eu achei ter visto, era passagem de uma nevoa vermelha consumida pelo meu coração, assombrada pelo meu ultimo desejo de ainda confiar na felicidade.
Cai e cai mais um pouco, agora sou eu e o isolamento, arrepiando meus ultimos restos de alma que vagam por ai.
E a história termina em páginas negras, marcadas por sangue e o frio da neve trágica.
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